Tudo sobre a Grécia e morar nas ilhas gregas

Queridos leitores,

eu tive a coragem e o prazer de sair do Brasil em busca de mar azul e casinhas brancas. Eu queria conhecer a minha família grega, minhas origens, queria ver com meus próprios olhos a cor do mar e também queria provar se o tomate da Grécia era o melhor do mundo, como dizia meu avô grego.

Com muita sorte e uma dose grega de drama, vivi nas ilhas de Samos e Corfu, conheci cada canto de Atenas, rezei em Meteora, e visitei um bom número de ilhas gregas mochilando até que decidi que queria viver lá. Então por quase dois anos morei na inesquecível ilha de Santorini.

O que sempre me encantou em Santorini – desde o marco zero – foi o vulcão. Eu sou uma daquelas pessoas super apaixonadas pelo vulcão de Santorini, pela energia da ilha, pela loucura do verão, pelas dificuldades do inverno…..

Gosto de recordar o começo da minha jornada e avaliar o quando andei para chegar até aqui🙏 São 15 anos de dedicação à Grécia e à Santorini, e quando a gente se dedica o resultado VEM! E quem lembra como tudo aconteceu?
🔛2005:Realizar meu sonho de ir até a Grécia para visitar a família grega ✔️2008:Viver em Santorini ✔️2010: Começar meu blog Lulu no País das Maravilhas ✔️2014:Casar em Santorini ✔️2015: Publicar uma trilogia sobre Santorini ✔️2016:Abrir a @casamentoemsantorini no Brasil ✔️2018: Abrir a empresa em Santorini ✔️2019: Passar de 100 casamentos na ilha grega ✔️2020:Abrir escritório em Amsterdam 🔝Ter uma equipe muito fera 🖤Poder realizar sonhos dos casais que chegam até nós! 👏E de sonho em sonho… vamos evoluindo, independente dos desafios, com muita fé e alegria sempre!🤩🇬🇷♾

Abaixo posto pequenas partes do meu primeiro livro  Noiva de Santorini para aqueles que tem o sonho de um dia morar ou vistar as ilhas gregas. 🙂 Espero que vocês curtam!

“No mesmo dia em que o vovô foi embora, arrumei as minhas malas e me despedi de Mykonos. Chorei de alegria quando dei as costas para a ilha grega da perdição, em um barco rumo a Santorini. Ia ser a minha primeira  vez  na  ilha  do  vulcão,  na  terra  perdida  de Atlantis, da perdida e submersa Atlantis. Não há ser humano   que   não   se   curve   frente   à   magnitude   dos penhascos altíssimos de Fira, a capital de Santorini, ou que não se espante com as estradas inclinadas que liga o porto da ilha a todo o resto, como quem liga a Terra ao céu. Assim, senti nos primeiros segundos quando avistei o vulcão, que aquela era a função de Santorini, a de uma ilha de salvação, que eleva os homens a semideuses, as mulheres a anjos do céu, e o seu pôr do sol, que eu ainda não sabia, era a mais bonita carta de amor que nosso Senhor poderia entregar aos homens.

E quando meus olhos aflitos pousaram em Santorini pela primeira vez, eu finalmente senti que estava no lugar certo. Independente do alto custo que o vulcão cobra às almas inocentes que ali decidem se abrigar, eu percebi que naquela ilha meus olhos enxergariam, meus ouvidos ouviriam, minha língua falaria, meu coração bateria da maneira mais intensa e vulcânica possível. E de um jeito sombrio e belo, eu estava certa.”