Para 2018, o que eu quero é leveza (e uma boa dose de coragem!)

2017 nem acabou e eu já estou em 2018? É ISSO MESMO 2017, ACABA LOGO #peloamor!

Este ano passou voando, cheio de situações-limite, acontecimentos inacreditáveis e avanços empolgantes. E posso falar? Não vou sentir saudade dessa intensidade maluca em 2018. Eu quero, preciso, necessito de paz! Eu quero é leveza!

A gente tá careca de saber que tem que comer melhor, dormir mais, fazer algum esporte e fortalecer os hábitos saudáveis. E nada disso vai estar na minha lista de afazeres em 2018. O que eu quero mesmo é sofrer menos, socoooorro!

Se você é mulher, nos seus 20 e muitos ou 30 e poucos, vai me entender. A gente quer ser feliz, ter família, ter sucesso no nosso trabalho. Ter uma aparência da qual nos orgulhamos é aquele plus para muitas. Não importa onde colocamos nossa energia, a gente quer ver os frutos do nosso empenho. E putz, em 2017 eu quase enlouqueci nessa batalha de ter que escolher entre trabalho e família. Ser fitness eu já desisti há tempos (amo demais o arroz com feijão e o chocolate). Por quê que tem que ser assim? Tem que ser mesmo? Eu quero escolher EU, tem como? Quero ser feliz, gente, “só isso”. Dá pra ser?

Mas você tem tudo, que que te impede de ser feliz??!!!…..Alguém que não sabe de metade da sua história vai falar. Eu tenho é muito chão caminhado (inevitavelmente muitos tombos feios para alguns momentos de glória) e ainda muito chão pela frente. Gratidão e moderação são sempre bem vindos, então vale mencionar que 2017 foi um ano abençoado em muitos aspetos. E o que foi ruim, minha gente, bota no “balaio do aprendizado” e “segue o barco”. O mundo não vai parar para mim e nem para você aprender gentilmente o que deve ser mudado. É uma pancada atrás da outra para ver se a gente aprende na dor.

E de pancada em pancada, cheguei a uma conclusão dura no final deste 2017. Se eu tinha de escolher, ia escolher me amar. Eu estava disposta a fazer tudo o que fosse preciso para parar de sofrer, não aguentava mais me rasgar por dentro, não podia dar uma metade de mim para o trabalho e outra metade para a família.No meio de tanta ansiedade, do pânico, quando dias ruins viraram o “novo normal”, o desespero gritou alto e eu quase perdi tudo. Quase.

Em 2017, gritei, chorei, adoeci, surtei, sofri demais. Mas ainda em 2017, respirei fundo, levantei a cabeça e voltei das cinzas, ainda mais forte.

Porque se são nos momentos de fundo do poço que mais crescemos como seres humanos, uma lição confesso que aprendi. No ano que vem, não quero mais isso nem menos aquilo, eu quero é ser leve. Saber me doar 100% para a família quando meu coração quiser e poder dedicar 100% ao trabalho quando minha alma empreendedora pedir. E fazer a escolha com leveza.

Me chamem de romântica, vocês já sabem que eu sou mesmo. E se meu plano não é infalível, ele é pelo menos melhor do que o que usei em 2017.

Começo o ano de 2018 com mais esperança de dias bons, de conversas mais reais e de manifestações mais autênticas. Esperança de um mundo melhor. Esperança de que as pessoas queiram ser melhores. 1% a cada dia, certo?

Amigos leitores, mãos a obra. Bora colocar foco na energia boa, amor no coração e sonhos para os dias que virão por aí. Porque a vida anda para frente e não adianta lamentar o 2017. É se libertar e correr atrás para que 2018 seja, de fato, um ano melhor.

Feliz 2018 😍😍😍😍 Mil beijos e muita coraaaaaaaagem!

Ilha de Folegandros Grécia
Ilha de Folegandros, Grécia