Para 2018, o que eu quero é leveza (e uma boa dose de coragem!)

2017 nem acabou e eu já estou em 2018? É ISSO MESMO 2017, ACABA LOGO #peloamor!

Este ano passou voando, cheio de situações-limite, acontecimentos inacreditáveis e avanços empolgantes. E posso falar? Não vou sentir saudade dessa intensidade maluca em 2018. Eu quero, preciso, necessito de paz! Eu quero é leveza!

A gente tá careca de saber que tem que comer melhor, dormir mais, fazer algum esporte e fortalecer os hábitos saudáveis. E nada disso vai estar na minha lista de afazeres em 2018. O que eu quero mesmo é sofrer menos, socoooorro!

Se você é mulher, nos seus 20 e muitos ou 30 e poucos, vai me entender. A gente quer ser feliz, ter família, ter sucesso no nosso trabalho. Ter uma aparência da qual nos orgulhamos é aquele plus para muitas. Não importa onde colocamos nossa energia, a gente quer ver os frutos do nosso empenho. E putz, em 2017 eu quase enlouqueci nessa batalha de ter que escolher entre trabalho e família. Ser fitness eu já desisti há tempos (amo demais o arroz com feijão e o chocolate). Por quê que tem que ser assim? Tem que ser mesmo? Eu quero escolher EU, tem como? Quero ser feliz, gente, “só isso”. Dá pra ser?

Mas você tem tudo, que que te impede de ser feliz??!!!…..Alguém que não sabe de metade da sua história vai falar. Eu tenho é muito chão caminhado (inevitavelmente muitos tombos feios para alguns momentos de glória) e ainda muito chão pela frente. Gratidão e moderação são sempre bem vindos, então vale mencionar que 2017 foi um ano abençoado em muitos aspetos. E o que foi ruim, minha gente, bota no “balaio do aprendizado” e “segue o barco”. O mundo não vai parar para mim e nem para você aprender gentilmente o que deve ser mudado. É uma pancada atrás da outra para ver se a gente aprende na dor.

E de pancada em pancada, cheguei a uma conclusão dura no final deste 2017. Se eu tinha de escolher, ia escolher me amar. Eu estava disposta a fazer tudo o que fosse preciso para parar de sofrer, não aguentava mais me rasgar por dentro, não podia dar uma metade de mim para o trabalho e outra metade para a família.No meio de tanta ansiedade, do pânico, quando dias ruins viraram o “novo normal”, o desespero gritou alto e eu quase perdi tudo. Quase.

Em 2017, gritei, chorei, adoeci, surtei, sofri demais. Mas ainda em 2017, respirei fundo, levantei a cabeça e voltei das cinzas, ainda mais forte.

Porque se são nos momentos de fundo do poço que mais crescemos como seres humanos, uma lição confesso que aprendi. No ano que vem, não quero mais isso nem menos aquilo, eu quero é ser leve. Saber me doar 100% para a família quando meu coração quiser e poder dedicar 100% ao trabalho quando minha alma empreendedora pedir. E fazer a escolha com leveza.

Me chamem de romântica, vocês já sabem que eu sou mesmo. E se meu plano não é infalível, ele é pelo menos melhor do que o que usei em 2017.

Começo o ano de 2018 com mais esperança de dias bons, de conversas mais reais e de manifestações mais autênticas. Esperança de um mundo melhor. Esperança de que as pessoas queiram ser melhores. 1% a cada dia, certo?

Amigos leitores, mãos a obra. Bora colocar foco na energia boa, amor no coração e sonhos para os dias que virão por aí. Porque a vida anda para frente e não adianta lamentar o 2017. É se libertar e correr atrás para que 2018 seja, de fato, um ano melhor.

Feliz 2018 😍😍😍😍 Mil beijos e muita coraaaaaaaagem!

Ilha de Folegandros Grécia
Ilha de Folegandros, Grécia 

As mudanças que chegam para o nosso bem

Hoje eu estava rodeada de muitos assuntos que precisam ser resolvidos e ainda assim eu queria postar algo interessante para vocês no blog. Não é surpresa nenhuma que este tema chegou até mim pelo face de uma amiga fofa e especial e os 3 minutos de sua leitura foram mais do que suficientes para acender a inspiração interna.

Eu sempre achei que eu faria algo para ajudar as pessoas, para melhorar o mundo. Depois de querer morar em Angola e construir uma escola, de participar timidamente de algumas ONGs, de rezar muito pela humanidade, me senti uma inútil. Afinal de contas, eu só tinha feito alguns esforços tímidos que não tinham gerado nada. Nada grandioso, pelo menos.

Ainda assim, toda vez que eu relaxava e tentava meditar, eu ouvia aquela voz que me dizia que eu podia ajudar as pessoas. Comecei a tentar ajudar os amigos, as crianças carentes, a família, qualquer um que precisasse de um muro de lamentação e eu corria para servir de amparo….também não deu muito certo, abraçar os problemas do mundo todo não pareciam fazer diferença nenhuma. Os problemas continuavam lá e eu comecei a me angustiar em dobro. E nada de grandioso aconteceu de novo e eu concluí que talvez eu estivesse mesmo fadada aquela sina de ser uma pessoa comum do tipo que só se importa com a venda do almoço para comprar o jantar 🙁

Ainda assim, a tal voz continuava a me perseguir e eu decidi que iria começar a ler mais e….a escrever mais. Dediquei mais ao blog, explorei as minhas ideias de um mundo melhor, aprendi sobre a sincronicidade do universo, do poder dos sentimentos. Entendi de vez que fazer o bem, mesmo que seja a uma mosca moribunda, já é grande o suficiente. Que gerar pensamentos positivos para o mundo, que contribuir para espalhar ideias boas no ar, que aumentar a esperança, que dar uma palavra de apoio, bem, que isso tudo era grandioso o bastante. Afinal de contas, somos APENAS humanos. E precisamos ser algo além disso?

Acho que não, quer dizer, aprendi que não. Com este blog e com todas as conversas loucas e profundas que eu tenho com as pessoas ao meu redor percebi que o Bem é uma coisa tão poderosa que não pode ser freada. E que os humanos tem uma dose cavalgar de Bem dentro deles, muito maior do que de Mal. E que as vezes este lado humano perfeito só precisa de algum incentivo. Decidi cutucar este lado no blog, em posts óbvios e em outros disfarçados. E ainda nos dias não tão bons, aqui estava eu tentando passar uma mensagem de final feliz mesmo embaixo de um desabafo escandaloso de final de ano estressante.  E concluí que cada dia mais pessoas estão lendo o que eu escrevo, comentando meus posts sinceros, mandando emails de encorajamento. E de uma vez por toda entendi que não importa o tamanho da boa ação, se ela é uma boa ação ela é a ação inteira 😉

E começamos do primeiro degrau da escada e não devemos temer o que virá pela frente. Certamente chegaremos lá, em algum lugar, na grandiosidade que nosso ego imagina no dia que seremos melhores, mais magros, mais inteligentes, mais ricos… ou nada disso. Continuaremos humanos, mas seremos melhores, em mundo melhor onde a cooperação é muito mais viável do que a competição. Em um mundo onde ser feliz e ajudar o outro é lei implementada. Enquanto isso, estou aproveitando a jornada de fazer o bem, mesmo que isso soe um clichê. E hoje, eu só queria mesmo dizer isso, para introduzir um post fantástico que menciono no link abaixo. Me chame de purista, de romântica, de otimista. Eu sou mesmo…e sou feliz assim. (E você, é feliz do seu jeito?)

E se você, leitor, assim como eu, consegue perceber o que o autor está mencionando sobre as mudanças nas pessoas, fique feliz: estamos acordados! O mundo está mudando e coisas fantásticas estão acontecendo. E a nova é realmente boa, desta vez! São mudanças para melhor, que buscam o nosso bem, como unidade 😉 Entendeu? E a partir de nosso ponto de consciência é que podemos fazer alguma diferença 😉 E lembre-se: ela pode ser pequena, mas ela é sempre válida!

Grande beijo para vocês 😉

O post fantástico do Gustavo Tanaka está aqui:  Há algo de grandioso acontecendo no mundo.

E uma foto linda que mostra a beleza da cooperação, mesmo que sutil, para finalizar com chave de ouro 😉

santorini

Foto de Bianca Ramos

O que responder quando as pessoas falam que você tem sorte?

Acabei de voltar de viagem, dormi infinitas horas no voo e mais algumas muitas aqui na minha casa. Ai, como é bom estar do lado do meu amor de novo, encontrar minha tranquilidade e meu porto seguro 😉 Sim, é bom demais. E mesmo estando totalmente desacelerada e ainda em ritmo de café frappé de ilhas gregas, as palavras deste post ficaram rodando a minha cabeça por horas a fio até que eu viesse ao computador e começasse a desfilá-las. E aqui estou.

Como muitos devem saber, passei meus últimos 21 dias nas ilhas gregas. A viagem foi fantástica e excepcional em muitos níveis e isso é assunto para outro post. O que quero falar hoje é que ouvi de muitos (gregos e brasileiros) que eu sou a pessoa mais sortuda do mundo, que minha vida é um sonho. E não é que eles tinham razão? Eu sou casada com o homem que eu amo, tenho uma família carinhosa que me apoia, trabalho com algo que adoro, viajo o mundo….ta aí: sou uma pessoa de extrema sorte, certo?

Sim, certo. Apesar de que na realidade o buraco é beeeeeeeem mais embaixo. E o caminho é beeeeeem mais curvilíneo. Não há vida apenas de alegria, não há luz sem escuridão. Então, senta que lá vem a história.

Você não sabe o quanto eu caminhei para chegar aqui e você nem pode imaginar quão escuro, difícil e desgastante foi o caminho. Você não conseguiria contar quantas noites de choro eu tive, nem quantas vezes eu caí e levantei, profissionalmente ou emocionalmente falando. Ou quantas brigas horrendas eu tive com minha família, quantas vezes fui maltratada e quantos relacionamentos eu rompi. Ou quantos homens me deram as costas. E adivinha? Percebi, na minha última viagem, que eu não sou a única. Sofrer muito antes de conseguir ser feliz não é privilégio meu.

Luana Sarantopoulos Santorini
Caldeira de Santorini, Fira

Entre alguns dos muitos momentos de tensão e ansiedade na ilha grega de Santorini que eu me encontrei muito mais perto da minha prima grega, Mos, minha irmã, minha metade helênica. Ela e toda a sua beleza misteriosa, seu charme de Afrodite, sua doçura de menina e seu coração maezona de todos. Nada me anima mais quando eu penso em Grécia do que conviver de perto com a minha prima grega! E assim, no meio da escuridão e da beleza negra de Santorini, nos encontramos mais uma vez. Não há coração que possa passar desapercebido por aquela caldeira, porque o vulcão tudo sabe tudo vê. Assim, nós entregamos tudo o que sentimos de peito aberto nessa viagem.

Um pouco depois, quando voltei para casa, eu ainda permaneci na ilha que um dia foi a minha casa, me encontrei comigo mesma, com a minha versão novinha, de 22 anos, corajosa, valente e destemida de ilha. Vi de perto que ela ainda estava lá e consegui trazer um bocado dela comigo. Mas entendi, quando olhei para trás que eu não sou mais aquela menina. Aliás, hoje eu sou muito maior do que aquilo. Foi preciso dizer adeus e pegar o barco, mais uma vez. Algumas lágrimas escorreram porque ir embora nunca é fácil, mas eu sabia que não havia nada melhor para se fazer. Eu sou muito maior do que aquilo, eu saí da ilha, eu corri o mundo. E isso é bom.

E logo que cheguei na ilha vizinha, chamada Milos, uma das mais lindas da Grécia, conheci uma outra menina mulher, super tão incrível. Uma belga-grega, de 19 aninhos apenas, que me fez lembrar de mim mesma quando saí mochilando pelas ilhas gregas pela primeira vez. Quando o mundo era um palco desconhecido e assustador mas ao mesmo tempo era o meu grande e único amor. Toda a beleza ingênua e alegria sem fim daquela menina foram os ingredientes indispensáveis para eu voltar ver a vida com o bocado de leveza que nos é tão necessário. Logo eu estaria em São Paulo e ela em alguma ilha do mar jônico mas ainda assim trocamos fotos e vídeo ano WhatsApp. Ontem eu era como ela e ela espera se tornar como eu algum dia. E no meio do mar esmeralda onde o pôr-do-sol de Milos refletia todas as suas luzes, o tempo parou ao meu redor e tudo fez sentido naqueles segundos de silêncio. É preciso atravessar o caminho para chegar em algum lugar. E se eu sempre quis chegar além, se eu sempre quis ir mais longe, então eu já deveria esperar que meu caminho seria mais longo, mais tortuoso. Fechei os olhos e agradeci. Eureka…afinal, tudo ficou claro. Que sorte a mim de estar nos lugares certos na hora certa 😉 A vida não é maravilhosa?

Luana Sarantopoulos Santorini

E é isso que tenho a dizer. Assim como eu escutei mais de 1000000 vezes que sou sortuda pela vida que eu tenho, descobri que todas essas personagens especiais femininas que me acompanharam nos últimos 20 dias também escutaram, agora que estão na crista da onda. E assim como eu, também ouviram mais de 50000000 vezes que eram loucas, todas as vezes que seus sonhos deram errado, todas as vezes que tentaram levantar de um tombo muito feio, toda vez que tiveram que espalhar o currículo de novo pelo mercado em busca de uma nova profissão. Ou quando enfrentaram os olhares de espanto e desaprovação de todos quando tiveram de contar sobre suas escolhas polêmicas e perturbardoras. Mas isso é passado. Hoje somos mais fortes, mais destemidas, mais capazes e selvagens do que nunca. E estamos prontas para o que der e o que vier.

Ah, e não seja ingênuo. Aqueles que hoje você admira sofreram barbaridades para chegar onde estão. E se hoje você sente uma pontinha de inveja quando vê sobre uma vida cheia de sorte e dias de céus azul saiba que eles não foram sempre tão iluminados assim. Essas pessoas só estão mais tempo naquela estrada longa e misteriosa da vida, eles cometeram mais erros, foram mais machucados e torturados e estão mais esfolados do que você. Não é possível enxergar as belezas lá do alto sem ter visitado as profundezas da escuridão. Disso, eu tenho certeza. Então, paciência, não apresse o rio. Se for o seu destino ou seu sonho ir mais longe do que a maioria vai, sossega que um dia você chega lá. E esteja pronto, porque existe uma lógica inegável na ideia de que vai ficar sempre mais escuro antes de amanhecer.

E o que responder quando as pessoas falam que você tem sorte? Agradeça e sorria, porque no final do dia o que importa é onde estamos hoje, independente de como chegamos até aqui 😉 Estou de volta full power no blog para contar tudo que aconteceu nesses dias pelas ilhas gregas! Obrigada pela audiência e paciência, leitores! E ótima semana!

Luana Sarantopoulos Santorini

No fundo do poço tem mola?

Tenho uma notícia boa e uma ruim para você. A tal mola tão esperada que nos encontra quando estamos passando uma temporada no inferno de Dante da nossa vida existe SIM. Então se você está desanimado, cansado e meio deprê, fique tranquilo que daqui a pouco você encontra a sua mola. Sim, ainda vai demorar porque só quando você estiver desesperado, saturado e a beira de um ataque de nervos é que você vai cruzar com ela e se ainda não chegou lá, tenha paciência, porque nada está tão ruim que não possa piorar. Aí sim, no limite da sua sanidade, você verá a luz no final do túnel e a mola vai te alavancar. É, porque a famosa mola está, na realidade, localizada no subsolo do fundo do poço, só que nunca te falaram isso. E essa é a notícia boa.

Se você lê meus posts regularmente você sabe que eu sou uma pessoa positiva, muitos me acham otimista. Eu sempre tento passar uma mensagem de força, de motivação e este post não é diferente. Me explico: passar por uma situação difícil (ou muitas) é um grande presente mas você só vai se dar conta disso daqui há alguns anos, quando conseguir olhar para trás com alguma gratidão. Se o momento está tenso, se o ar está pesado e o futuro obscuro, tudo que você sente agora é desespero. Mas ainda assim, te peço paciência e te prescrevo um pouco mais de fé, na certeza de que dias muito melhores virão pela frente.

As vezes a gente se encontra em momentos onde tudo, simplesmente TUDO, dá errado. A vida profissional vai de mal a pior, o dinheiro nunca é suficiente, os sonhos não existem, a saúde começa a faltar, a relação amorosa é inexistente ou uma verdadeira peleja. Normalmente, não é uma coisa que fica difícil, é tudo que entra em colapso. Mesmo porque problemas são parte da vida, todo mundo tem seus dramas e cada ser humano acha que o seu problema parece ser o mais complicado da face da Terra. Por que eu, Deus? Por que eu? Não sou tão forte assim, não posso aguentar mais!!!! O que que eu fiz para merecer isso?

É, eu sei, eu já pensei assim também. Talvez por muito tempo, talvez por um tempo longo demais. E convencida de que a vida é difícil, que amor só te faz sofrer, que só gente rica que tem sucesso e de que o mundo é cruel, eu me afundei na lama até que não conseguia mais mover minhas mãos. Continuei resmungando e me sentindo uma injustiçada no mundo e afundei mais um pouco, a lama passou do pescoço. Me enfureci e esqueci de Deus, me afastei de tudo que me conectava ao lado bom da vida e me senti uma idiota completa. Resultado: a lama tampou a minha respiração e eu senti, por algum momento, que realmente não aguentava mais. Me despedi do mundo.

Aí, veio o alerta máximo do instinto humano da sobrevivência e me berrou “Não dá mais para viver assim: MUDA, filha, PELO-AMOR-DE-DEUS!!!! Eu respirei desesperada, mexi com meus conceitos mais profundos, deixei o pau quebrando do lado de fora, enquanto eu organizava o lado de dentro. Percebi, aos poucos, que a limpeza e organização interna me fizeram um bem danado porque a bagunça de fora também estava começando a se dissipar. E como acontece toda vez que a gente dedica um tempo para arrumar o armário, eu descobri várias roupas que estavam lá, que eu achava que adorava, que alguém tinha me dado porque achou que eu ia gostar mas eu nunca as usava, então me desapeguei de todas. Abri espaço para coisas novas e adivinha? Elas chegaram até mim. Aproveitei o momento de mudança e estabeleci novas regras, que eram quase o oposto do que eu estava vivendo antes do colapso. Ouvi um pouco mais o coração (que se você não sabe é o nosso órgão mais importante), deixei a matemática e a lógica de lado. Inspirei todo o ar puro que pude e mergulhei no presente, esqueci o passado e despressurizei o futuro.

Digo por experiência própria: cair no subsolo do porão do fundo do poço foi a melhor coisa que me aconteceu pois só de lá eu consegui enxergar algumas coisas que hoje são as mais importantes na minha vida. Só quando a lama passou da linha do pescoço e entrou pelas narinas e quase me matou sufocada que eu entendi com clareza que precisa me mover. E que precisava, acima de tudo MUDAR, que é a tarefa mais difícil desse mundo. Por mais que você fale que adora se mudar, de casa, de cidade, de país, de emprego, que adora projetos novos, amores novos, enfim, mesmo que você abra os braços e dê as boas vindas a todas as mudanças externas que te encontram, eu acho muito pouco provável que você seja tão aberto e receptivo assim com as mudanças internas. Que são, sem dúvida nenhuma, as mais necessárias.

Ah, e qual é a notícia ruim? É mesmo, eu só dei a boa no começo do post, então lá vai a contrapartida: não existe uma mola posicionada te esperando em fundo de poço nenhum. Desculpe. Não existe milagre, não existe ombro amigo, não existe herói nem pai nem mãe que podem te resgatar a não ser que você queira se salvar. Hoje, aqui e agora. Se não partir de você, de dentro, não virá de fora. Ou melhor, nada do que vir de fora vai resolver. Podemos encontrar algum alívio quando conversamos com os amigos, podemos respirar com pena de nós mesmos quando lemos posts como este, pensando que todo mundo se ferra na vida. Podemos chorar quando vemos filmes românticos e morrer de raiva do diretor que fez um filme tão irreal porque na vida, nada nunca dá certo. Sim, você pode se sentir assim, porque você está no fundo do poço e isso é legítimo.  Ainda assim, eu acredito na força de uma lei que funciona tão bem como a lei da gravidade e se chama lei da atração. Ela vai jogar na sua cara sempre mais do que você está vivendo, um dia após o outro. Então faça boas escolhas, trabalhe duro e comece a esperar pelo melhor. E quando sentir que está pronto para começar a respirar com a cabeça para fora da lama, para fora do poço, tente dar uma espiadinha pela greta de vida que te ilumina para constatar que, se eu consegui me superar, você também vai conseguir. É necessário força, foco e fé para ser o herói da sua história, mas eu tenho certeza que você pode chegar lá.

E uma constatação final. A mola, no final das contas, deve ser a dor do sofrimento prensada por tanto tempo, com tanta força que acaba funcionando com uma alavanca pessoal de reforma íntima. Ou a vontade absurda de mudar, o instinto de se tornar algo maior, de virar a melhor versão de si mesmo. Ou ainda o farol que vai guiar o navio da sua vida na direção do porto certo, que vai te ajudar a desviar das pedras, das sombras. E mais: acho que a mola pode ser aquela minúscula e importantíssima partícula de Deus, que está doida para apertar o botão que vai ligar a sua luz e o seu brilho, de agora para todo o sempre. Então, prepare-se na descida, na queda livre sem obstáculos. Porque quando você descer até o subsolo e acertar a mola que existe dentro de todos nós, a subida vai ser meteórica e fascinante, a jornada mais emocionante da sua vida. Paciência, leitores, paciência, se você estiver em um período dos infernos. Ninguém tinha me avisado que ia ser tão difícil mas no final vai valer a pena, tá?! E muita fé, porque Deus não se atrasa nem se esquece, ele capricha 😉 (Eu não falei que era mais um dos meus posts do tipo luz no fim do túnel?) Bjs!

Separei fotos espontâneas da jornada dos últimos anos para compartilhar com vocês 😉 Gorda ou magra, loira ou morena, triste ou sorrindo, no mundo ou em casa. Foram muitos altos e baixos, desde o começo do blog, tipo 2010. Quanta vida nesse espaço de tempo, ufa! 😉

Istambul, Turquia
Istambul, Turquia
Lulu no Pais das Maravilhas
Santorini, Grécia (“nas antigas”)
Lulu no Pais das Maravilhas
Barco de Atenas para Santorini
Lulu no Pais das Maravilhas
Restaurante em Firá, Santorini
Lulu no Pais das Maravilhas
Subida para Thira Antiga, Santorini
Eu e mams de óculos novos
Poros, Grécia
Lulu no Pais das Maravilhas
Búzios, Rio de Janeiro
Lulu no Pais das Maravilhas
Macacos, BH
Lulu no Pais das Maravilhas
Caythorpe, Inglaterra
Vestido Cents
Macacos, BH
Patmos
Patmos, Grécia
Rhodes
Rhodes, Grécia
LULU em Halkidiki
Halkidiki, Grécia
meteora blog 6
Meteora, Grécia
foto loja santorini copy copy
Trabalhando em Santorini, Grécia
luana loira tirassia
Barco para Thirassia
óculos corfu 1
Trabalhando em Corfu, Grécia
óculos zakynthos 1
Zakynthos, Grécia
Empresária da moda copy copy
Trabalhando em Istambul, Turquia
Loja Virtual Cents
Trabalhando em BH, na loja virtual
lulu em Santorini
Lua de mel em Santorini
geração Bocejo
Templo em Cotia

Já dizia a minha avó: a inveja é uma merda (e olha que ela nem tinha facebook)!

Quantas vezes você já se pegou pensando que não existe sentimento pior do que aquela invejinha insistente da grama do vizinho? E quantas vezes você já se deu conta de que você deve ser o vizinho invejado?

Então, em ambos os casos a situação é ruim, degradante e perturbadora. E por mais que queiram me convencer que algo como “inveja branca” existe, eu ainda firmo o pé e bato na mesma tecla da sabedoria inestimável da vovó que dizia que a inveja é uma merda. E não é que ela estava certa?

Toda vez que uma amiga ia lá em casa e falava mal de alguma roupa nova no meu armário, a vó já sabia: “é inveja, querida!“. E eu, tolinha, pensava que nunca iria ter coragem de usar aquela saia em público, já que a minha grande amiga tinha detestado. Passado alguns dias, era batata (gíria da vovó!): a tal amiga me pedia a tal saia emprestada. A vó estava certa e eu era uma trouxa de ter ouvido a opinião invejosa da outra lá.

Os anos se passaram e eu parei de emprestar saias para as amigas. Parei de ligar para elas na hora de sair para balada, porque de nada me importava com qual roupa a outra iria sair naquela noite. Parei de me importar com a nota delas nas provas da escola e para o carro do namorado delas na faculdade. Eu decidi não me importar mais com tais assuntos porque eu estava super envolvida em criar uma vida diferente para mim. E no final das contas concluí que a opinião do outro é apenas a opinião do outro, nada mais (meu pai adora me lembrar disso, com frequência aliás kkkkkk).

Mas aí, apareceu o facebook. E se todo mundo está expondo a figura na medina e postando tudo que faz, que come e o que sente, eu achei que deveria fazer isso também. E, surpresa…..! A inveja tomou proporções gigantescas e ficou maior ainda que a rede social mais famosa do mundo. Mas e daí, certo? Se alguém quer invejar a minha vida é porque essa pessoa iludida só vê as pingas que eu tomo e nunca os tombos que eu levo…..(essa eu aprendi no interior de Sampa!) E coitada, deixa ela se iludir então e achar que tudo se resume a sombra, água fresca, viagens e selfies bonitas 😉

Na vida real, minha gente, o buraco é bem mais embaixo. Se cada 1.000 curtidas te desse um amigo novo, as blogueiras não seriam as pessoas mais criticadas da face da Terra. Se expor é tentador e receber elogios pode inflar o ego até os céus, é bom saber que lá do lado a queda é beeeeem maior. E mais doída. Sei lá, acho que sinto falta da época que a gente se esforçava para agradar aquela uma pessoa super especial na sua vida, mas quando escrevo isso pareço mais idosa do que a minha avó 🙂

Enfim, vivemos no mundo real e virtual agora e isso é tão bom quanto é ruim. O ideal é usar para o bem, para espalhar o bem, a verdade, o amor, a paciência, a beleza….tudo que a gente envia para o mundo, volta, sabia? Essa é uma outra coisa que minha avó me ensinou: “cuidado…. que tudo volta!”. Então pára de ficar invejando o perfil do amiguinho achando que a vida dele é sensacional, aproveita e usa esse tempo para idealizar melhorarias na sua vida. E tem outra também: nem perca seu tempo achando que ele está “fingindo ou mentindo”. Esse é o princípio básico do perfil virtual, a gente coloca o que a gente quer. Vocês eram assim tão novos na época do 145? Aquele número que a gente discava no telefone e falava que era linda, loira, 22 anos, peitos enormes e marquinha de biquini (era moda na época, tá?). E do outro lado, algum moleque de 14 anos cheio de testosterona respondia que ela alto, forte e tinha olhos verdes, seus amigos o achavam a cara do Brad Pitt. A conversa rolava e o flerte cafona também apenas – e devo ressaltar: apenas- no mundo das ideias. Nunca ninguém marcava um encontro. Pra quê? Se desiludir?

A vida real é a única verdade. Mas as vezes o ser humano precisa e muito de um tanto considerável de utopia para levar a vida. Aprendi isso na Grécia, com os sábios gregos utópicos, apaixonados e amargurados por amores impossíveis. Não são todos, é claro, mas eu conheci uma quantidade considerável de gregos que idolatra um amor impossível, um drama sem fim, uma vida secreta que ninguém mais sabe que existe. Deixei de ser quadradona e entendi que a utopia pode ser aproveitada de alguma maneira. Em um momentos mais, em outros menos, a utopia pode ser de grande utilidade para quem está insatisfeito com o jeito que as coisas estão caminhando de verdade, na única vida que eu realmente conheço, a real (essa mesmo). Mas a utopia é uma grande e enfeitada porta de entrada para a inveja e assim, todo cuidado é pouco. Querer ser mais magra, mais linda, mais famosa, mais rica para postar fotos como a fulaninha de tal não vai te fazer mais feliz. Sabia?

E se você é vítima de inveja (e quem não é?) deixo a minha dica. Na verdade é apenas um jeito menos desgastante de lidar com a situação mas não há resultados comprovados cientificamente. O melhor a fazer é postar tudo que você quiser, do jeito que você quiser, com as frases que você quiser e com a ideia que quiser expressar. Quem te ama de verdade, vai querer te ver feliz. Se quiser ser mais discreto em algum detalhe da vida pessoal ou afetiva, eu respeito isso. A mensagem e a declaração só precisa chegar até o destinatário correto e as vezes ele mora bem ali ao nosso lado, né?! Mas fora isso, poste tudo que estiver com vontade, fale com os outros com alegria de suas conquistas mas tenha humildade porque o mesmo Deus que tudo dá pode tudo tirar (não para te sacanear mas para te ensinar uma lição, eventualmente). Enfim, seja você mesmo, não pense e planeje tanto, apenas seja. Esconder-se não é o caminho pois é preciso mostrar a sua luz para que outros que querem brilhar sejam guiados.

E quanto ao resto? Os haters, os que criticam e pior, os que emudecem e nem conseguem te dar um parabéns frente a uma grande conquista? O que fazer com eles? Nada. Afinal, quem aí se importa com restos? E no mais, olhos gregos pela casa, carro, escritório….e cafifa do joão pelado para quem quer te zicar! Sai zica! Sai uruca! E vai ser feliz, porque o seu destino, assim como o meu, é leve 🙂

Ex-namorados: Como lidar com eles?

O que fazer quando o ex pede para te adicionar no facebook? Você aceita de cara, fica alguns dias refletindo ou exclui o pedido sem nem pensar duas vezes? Depende do ex? Ou você acredita piamente naquelas palavras de uma antiga comunidade do velho e bom Orkut que dizia que “ex bom é ex morto”?

Bem, vamos lá, porque o assunto é longo e controverso. Eu, uma mulher de 30 anos que viveu bastante, viajou muito e conheceu mil e um amores internacionais, tenho uma longa lista de ex e não nego. Ex-paquerinhas, ex-rolos, ex-pretendentes, ex-namoradinhos, ex-namorados sérios e até ex-noivos. Assumo que lido com cada um de uma maneira diferente, mas a minha regra básica número um é: não deixe ele atrapalhar sua vida nem comprometer sua relação atual.

Em princípio, prefiro manter distância, ou seja, eu não vou sair por aí procurando por informações dos homens que passaram pela minha vida, evito de perguntar muito para os amigos em comum e nem chego perto de perfis de facebook. Mas se o número de ex é maior do que de jogadores de um time de futebol, ocasionalmente, algum deles vai esbarrar com você, no mundo real ou virtual. E então, o que fazer?

Seja natural e não deixe todas as lembranças cor-de-rosa virem à tona, afinal vocês terminaram por algum motivo. E se você estiver comprometida, a minha sugestão é que você, educadamente, passe a mensagem que quer continuar mantendo a distância. Se você for solteira e estiver afim de conferir se os motivos que te mataram de raiva no passado ainda estão lá, ou não, boa sorte. Minha experiência mostrou que na prática figurinha repetida realmente não enche álbum. Como no amor tudo é possível, se você estiver decidida de que quer revisitar o passado para ver o que ainda têm por lá, lembre-se de consultar suas feridas para ter certeza que elas já estão fechadas e bem cicatrizadas.

Com todo o respeito pelo meu passado, ex nunca me balançou, em geral. Eu sempre fui muito prática na arte de terminar um relacionamento e eles também seguiram com suas vidas no tempo devido. Um dos meus ex é casado com uma grande amiga da faculdade, outro namorou uma amigona logo depois que me namorou, sem falar nos muitos rolinhos que foram divididos entre as amigas enquanto éramos estudantes no amor. É, eu sei, é um tanto quanto estranho, mas de um jeito que eu não sei explicar Belo Horizonte pode ser ainda menor do a Manhattan retratada no seriado Gossip Girl. Assim todo mundo se encontra, sempre, nos mesmos lugares e não há porque se indignar ou lutar contra isso.

Sorte minha, eu vivo viajando e me mudando de estado, de país. Relacionamentos internacionais, na ponte aérea e Skype eram minha especialidade, então depois que saí da adolescência parei de trocar figurinha com as amigas. E parei de trombar com os mesmos rostos nas ruas e festas. E de lá para cá, cada ex gringo se comportou de um jeito.

A começar pelos mais fáceis e tranquilos: os ingleses e os australianos, com eles nada é complicado. Não sei se é porque eles são mais relaxados com tudo, se o relacionamento é mais solto ou quase aberto ou se era eu que era mais bicho solto quando namorei com eles, mas bem, nunca houve brigas, nem baixarias nem ódio espalhado. Depois do término, um ou outro desejo de felicidades no aniversário, algum contato se quiser indicar algum amigo que vai se mudar, enfim, todo tipo de conversa curta, educada e superficial foi bem-vinda. Eles nunca me causaram nenhum problema e gosto de pensar que eu também não atrapalhei suas vidas.

Dos mais fáceis vou pular direto para os mais difíceis: os gregos. Ai, eita homens passionais e envolventes que te deixam louca de paixão e inevitavelmente de raiva. Se for apenas um namoro curto, com começo, meio e fim, é possível que ele nunca mais vai te procurar e vai virar apenas uma memória especial na sua cabeça. Se o relacionamento foi apenas um caso relâmpago de férias, entre uma ilha e outra, bem, se ficou “em aberto”, ou seja, não teve um final pontual, aguarde cenas dos próximos capítulos. Os gregos adoram bancar o conquistador e eles vão tentar um contato sempre pensando em um reencontro quente no alto verão das ilhas. Se você não está interessada, nem se aproxime, porque é perigo na certa. Na Grécia, o que acontece uma, acontece duas e o que rola duas, pode rolar três vezes e portanto, não confie que o que acontece na ilha vai morrer na ilha. E o homem grego para casar, aquele que você teve um relacionamento sério de verdade ou até um noivado? No meu caso, quando terminamos tudo, eu voltei para o Brasil e nem olhei para trás. Ele não tinha meu email, nem telefone do Brasil e demorou 8 anos até que ele me adicionou no facebook, apenas um mês antes do meu casamento (e a festa seria na ilha que ele morava!). Pânico? Não, ignorei ele na vida virtual na certeza de que poderia fazer na vida real também. Não por raiva, nem por medo de “ficar balançada”, mas por respeito ao meu noivo atual e a paz do nosso momento especial.

Afinal, me parece que o que passou, passou. Mas essa praticidade não é para todos. Na lista do ex, tem o turco também, que até hoje manda e-mails em português (não sei como ele traduz) para minha família, sempre que é dia dos pais ou dia das mães, natal ou algo do tipo. Ele já teve a fase de mandar flores do outro lado do mundo para tentar reatar, pedidos de casamento seis meses depois do término e por aí vai. Atualmente, ele é sutil e não força a barra, mas sempre acha uma brecha para fazer um elogio galanteador como “adorei te ver vestida de noiva” e coisas do tipo. Respondo educadamente, agradeço o elogio e desejo tudo de melhor e a nossa vida continua, em caminhos separados que não levarão ao mesmo lugar.

Os brasileiros são únicos, diferentes e indecifráveis e acho que este é o charme deles. Nunca dá para saber o que um ex brasileiro vai fazer. Alguns vão sumir para sempre, outros vão rondar as amizades de longe, outros a gente vai encontrar no casamento de uma grande amiga. Mas tudo que vivemos com cada um deles de coração aberto nunca pode ser apagado, porque aprendemos e crescemos as custas dessas outras tantas experiências e devemos ser gratas ao nosso passado. E ainda devemos considerar as outras tantas relações consequentes do namoro ou noivado. Assim, tenho várias ex-sogras na minha lista de amigos online, bem como ex-cunhadas. Uma das minhas ex- sogras é super amiga da minha mãe e sempre que podia passava para tomar um café com a gente, ela torcia oficialmente pelo sucesso da minha vida amorosa. Tenho também uma ex-cunhada especial que ficou tão amiga que foi até Santorini presenciar o meu casamento, mesmo comprando uma briga enorme com o irmão e família dela.

Frente a todos comentários e observações, reitero a minha regra básica número um: se for atrapalhar, incomodar o atual ou causar confusão interna, não deixe o ex entrar na sua vida. Se, no entanto, você conseguir ver a beleza e importância de cada uma das peças do seu quebra-cabeça amoroso, deixe entrar e respeite a sabedoria popular máxima de que algumas coisas não há quantidade de tempo que possa apagar. E assim, com um sorriso no rosto, deixe o passado brilhar onde ele melhor se encaixa: na nossa memória.

relacionamento liberdade

Top 15 pra sair da lama!

Tem coisas na vida que a gente sabe, mas nunca faz. A gente cansa de escutar e acha que aprendeu, mas daí vem a alfinetada e ficamos incomodados. Por que será que é tãaaaaaaaaaao díficil assim viver sem medo de ser feliz?!

Bom, eu penso que temos a missão de sempre melhorar. Então, é preciso um esforco diário para sair da situação de lama até o pescoço (cada um sabe da sua) e parar de esperar a mola no fundo do poço (afinal não se sabe ao certo quando ela virá)! Mexa-se! E leia com carinho, pois vale a pena.

Love

 

Fonte: http://beautifull.no.comunidades.net

Peguei esta lista do blog shareforthefuture.wordpress.com/ e adorei.  Ela é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online e é uma ótima inspiração para quem precisa de um pouco de animação na véspera do feriadão:

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 

2. Desista da sua necessidade de controle

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho

Pensamento do dia: Invictus

Bom dia! 

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Vocês sabem o tanto que eu amo este poema. Ele sempre me vem a cabeça, seja em tempos difíceis ou em momentos de glória. Então mais uma vez, posto para vocês, do poeta inglês Willian Ernest Henley, Invictus:

“Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.”

 

Frase do dia: não se limite!

“The possibilities are limited only by your imagination. So let yourself imagine something wonderful, and then enjoy the wonderful experience of making it happen.”

                                                                                                Ralph Marston

Tirado do site http://www.greatday.com

Boa semana para todos!